breve resumo

Kotlin é uma linguagem de programação multiplataforma, orientada a objetos e funcional, concisa e estaticamente tipada, desenvolvida pela JetBrains em 2011, que compila para a Máquina virtual Java e que também pode ser traduzida para a linguagem JavaScript e compilada para código nativo.
A versão da JVM (Java Virtual Machine) de sua biblioteca padrão depende da Java Class Library, mas a inferência de tipos permite que sua sintaxe seja mais concisa. Apesar de possuir uma sintaxe mais concisa e um pouco diferente da linguagem Java, Kotlin é projetada para ter uma interoperabilidade total com código Java, agilizando assim a sua adoção.

Como é o código em Kotlin?

Nós da Elemento Digital, usamos o Kotlin para programar códigos mais seguros e concisos.

O Kotlin nos ajudou a reduzir de forma significativa o número de linhas de código do app e a encontrar defeitos relevantes na hora de compilar o app. Ao criar novas ferramentas e conteúdo de desenvolvimento do Android, como bibliotecas do Jetpack, amostras, documentação e conteúdo de treinamento, vamos projetar pensando nos usuários do Kotlin e continuaremos fornecendo suporte para o uso das nossas APIs em linguagem de programação Java.
Nossos engenheiros aproveitam os recursos de linguagem que o Kotlin oferece. Hoje, mais de 60 dos apps do Google são criados usando Kotlin. Isso inclui apps, como o Maps, Home, Play, Drive e Mensagens. Um exemplo de sucesso é o da equipe do Google Home, em que a migração do novo desenvolvimento de recursos para o Kotlin resultou em uma redução de 33% no tamanho da base do código e uma redução de 30% no número de falhas de NPE.
Segundo a JetBrains, o Kotlin foi criado para ser uma linguagem completamente voltada ao mercado e completamente interoperável com o Java (já que ambos são compilados para bytecode, código intermediário este que é executado pela JVM). Porém, a ideia era que o Kotlin solucionasse alguns pontos de design que eram considerados problemáticos no Java. Por isso, o Kotlin adota recursos de linguagem muito interessantes, como uma sintaxe sensivelmente menos ruidosa e verborrágica, a incorporação natural de conceitos de linguagens funcionais (principalmente com relação à aspectos de imutabilidade) e a proteção natural ao “erro de um bilhão de dólares”: as referências nulas, ou o famoso NullPointerException. O Kotlin possui uma maneira peculiar que faz com que as chances de ponteiros nulos sejam drasticamente reduzidas.
Vamos ao nosso amigo Hello World em Kotlin.

				
					fun main() {
    println("Hello, World")
}
				
			

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